Tesla rules – parte 5 de 6

laboratório do Nikola, demolido em 1917, depois de muito muito papouco.

laboratório do Nikola, demolido em 1917, depois de muito muito papouco.

Pra saber das outras partes, volta lá embaixo. Esse texto é do meu amigo Farad, já expliquei. Ele escreveu a pedidos, pra que eu partilhe com vocês uma das mais legais histórias de bar que já ouvi. E foi real! Meus comentários estão numerados.

 

              Se tudo isso não fosse controverso o bastante, tem a história dO Raio da Morte, uma arma supostamente criada por Tesla. Obstinado em seu sonho, completamente falido, com adversários poderosos e sob vigilância do governo, ele tenta uma aproximação com os militares, até chega a vender uma sofisticada turbina, mas para os alemães, que com a guerra não lhe gerou lucro algum. Sob o pretexto de garantir a paz definitivamente (1) Tesla teria criado o tal raio da morte. A idéia era criar um raio concentrado usando o princípio do crescente ressonante, que serviria basicamente para  destruir objetos como bombas em pleno ar.

              No dia 30 de julho de 1908 o aparato teria sido montado em seu laboratório apontado para o norte, pois uma expedição rumo ao Pólo Norte poderia dizer a Tesla se o raio alcançaria tal distância. Mas a expedição de Robert Peary nada viu. Naquela noite Tesla teria ligado o raio que pareceu muito modesto, até que uma coruja desavisada foi desintegrada pelo mesmo (2), o que encerrou o teste naquela noite. Nos dias seguintes chegou ao conhecimento público que uma grande explosão teria varrido do mapa a Floresta de Tunguska, o que bastou para Tesla ter certeza do poder assombroso da arma que teria criado e bastou para agradecer a Deus, pois ninguém teria morrido na explosão.

            Tunguska é até hoje a maior explosão conhecida pelo homem na era moderna. Não se sabe ao certo, mas se especula que foi de 15 megatons, o que é mil vezes a bomba de Hiroshima e há quem diga que chegou a 30 megatons. O evento de Tunguska até hoje é sem explicação clara, pois para a ciência uma explosão dessa magnitude só pode existir dum impacto de um meteorito ou dum cometa, e dos grandes, mas nunca houve uma cratera de impacto. (3) Daí as mentes mais brilhantes bolaram as explicações mais mirabolantes para não admitir que um dia existiu, ou existe, sei lá, uma coisa tão inacreditável quanto uma arma portátil como essa. Com a ameaça de uma segunda Guerra Tesla teria se oferecido para remontar tal arma, ao que ele foi respondido com uma carta de apreciação da secretária do presidente Wilson.

          Muito tempo depois teria feito a ultima tentativa de ajudar o EUA . Em 1917 ele teria se oferecido para montar um raio explorador, que era sem tirar nem por igual ao radar que temos hoje. Mais uma vez Thomas Edison barrou o projeto (4). Em 7 de janeiro de 1943, Nikola Tesla morreu em Nova York aos 87 anos, num apartamento cheio de pombos que ele cuidava e considerava seus últimos amigos (5). Ou seja, ele viveu foi tempo esquecido e sem dinheiro. Foi cremado e suas cinzas encontram-se em uma esfera de ouro, sua forma favorita, no Museu Tesla em Belgrado.

  1. Algo como “quebra-tudo-mais-que-tudo”. E, de fato, com todo mundo morto, haveria paz eterna. E coletiva.
  2. ngjnrgjkanerjgnarejgnae (rsrsrs)
  3. ??!!
  4. Thomas Recalque Edison
  5. Decerto não seriam as corujas.
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