Troncho nível 8

dezembro 27, 2012

De vez em quando estudo história recente do Brasil buscando vídeos no you tube. Tento entender o que acontecia ao meu redor quando eu era criança. Em 1986, por exemplo, eu tinha 8 anos e, enquanto provavelmente brincava de playmobil com o Germano, Antonio Carlos Magalhães, lá na Bahia, sorria para as câmeras após maltratar um repórter. Acho incrível, não só a grosseria e a falta de caráter que dá pra notar no gesto dissimulado de se inclinar para xingar-lhe ao ouvido ou pisar-lhe o pé. mas também na ainda ignorante noção de captação de som e imagem de uma equipe de tv. Incrível. E a Gal Costa adora esse cara.Ó minha honey baby, Aí o link.

 

Anúncios

dezembro 13, 2011

uma entrada/saída para o mistério, nosso vizinho.

leia na minha parede

novembro 12, 2010

Poitiers, França. A caminho do Free Market, numa tarde de sábado de abril desse ano.

um judas

outubro 30, 2010

de carne e osso.

sousa

setembro 11, 2010

É uma cidade, não é uma pessoa.  Vim para 8 dias de trabalho, porém, faça um cálculo: 8 dias é 24 x 8 = 192 horas. Dessas 192 horas, minha obrigação era trabalhar apenas 24h. Mas vale. Sim. Compensa. O mundo moderno é assim. O que eu fiz no resto do tempo? Basicamente 4 coisas que se desdobram em várias:

estive com livros e papéis e canetas

dormi

andei pela cidade

conversei com gentes.

O meu trabalho é uma coisa muito estranha. Me demanda tanto tanto de concentração e plano e improviso e jogo de cintura e clareza de pensamento. E ao mesmo tempo é cheio de pausas longas e impossíveis pra quem trabalha 8h pordia/todo santo dia. E eis que havia uma cidade do interior da Paraíba toda disponível pros meus passeios. O diacho era o descompasso entre meu corpo e o ar ao redor dele. Minha pele descascou, o clima seco da maioria dos dias alternado com o ar-condicionado dos lugares logo me trouxe uma baita gripe equina.

Pois bem, Sousa. Motos por todos os lados, cachorros, casas novas, plástico, moscas, comanda sobre a mesa dos estabelçecimentos, computadores ninjas, lojas de marca, igreja sem uma das torres, sotaque muito lindo, carros de som infernais, e muitos muitos dinossauros.

ps. isso foi em julho de 2009, quando fui dar curso no Agosto pra Arte, do CCBNB de lá. Foi ótimo. Aqui você vê a viagem ilustrada – e os dinossauros, afvhajebvjbejkvaev

http://picasaweb.google.com.br/fernandaameireles/ZinesNoCCBNBDeSousaParaiba#

diariomente

julho 4, 2010

Ler diários antigos é uma experiência estranha. Quando se tem 20 e o diário é de quando se tinha 13, ok. Mas quando se tem 32 e o diário é quando se tinha 21, é assustador.

cousas cousadas, pra agora.

março 20, 2010

- e você faz o que mesmo?

– Mulher tu devia estar rica. Tu sabe disso, né?

– Fernanda, você não é hippie.

– Tá muito barato vender por esse preço.

– Pois então, vamos ganhar dinheiro?

enquanto tudo, há outro exército

março 16, 2010

Foi ali na esquina da Sólon Pinheiro com avenida Duque de Caxias, muito perto da Igreja Coração de Jesus. Ao passar de Parangaba-Mucuripe, vou dizer pro Germano sentar na janela do lado direito, tomara que o sinal feche. Ou que ele aproveite a ida ao centro pra passar lá e ver de perto. Tem tanto detalhe naquele desenho coletivo que não vai ter sinal no mundo que vai deixar ver tudo.

uma galera fazendo outra galera.

Topei o convite do Rodrigo Oliveira, do Tembiú, peguei minha câmera fotográfica e um saco cheio de pitombas pra chupar enquanto tudo. E repartir, né? Gentileza gera gentileza. Cheguei lá por volta das 10h, o painel tava pela metade. No caminho fiquei pensando o que eu ia fazer lá, além de olhar e ESTAR LÁ.

Logo que cheguei fiquei meio sem jeito. Esse negócio de ficar olhando (e não é cinema) sem fazer nada é estranho. Aí encontrei o Valdir,  com quem adoro conversar e quase nunca encontro e lá ficamos no meio do canteiro, lugar estratégico pra ver o painel tomando forma. Havia também um segundo painel, também colorido, só que móvel e muito vivo, cheio de riso e calor e música e atenção e gestos de gentileza, formado por gente que ali estava – inclusive eu e o Valdir e a platéia sentada no canteiro central – e passava. Ver um mural ser pintado por um monte de gente no centro da cidade em plena manhã de domingo é algo que nenhuma agenda cultural recomenda, mas deveria. Ainda mais quando ninguém mandou nem pagou pra que ele existisse. É gente da cidade falando pra mais gente da cidade sem palavras e através das páginas duras da cidade, feitas de cimento e asfalto. É arte urbana. É comunicação. É ativismo. É sair da posição de ver e ouvir e budejar na fila do banco ou no tuiter e RESPONDER AGINDO. E estar presente para acompanhar é meio raro porque os artistas da arte urbana em geral são muito discretos, não mandam convites formais de abertura de exposição. A cidade é um museu aberto e vivo. Não se sabe nem quanto tempo a obra vai ficar ali. Mágica: uma hora está, depois não está mais. Opa, apareceu de novo.

Essa cidade é muito doida, né não, Valdir?

Essa semana que passou foi cheia de notícia ruim. A morte da Marcela (que não conheci), gerou uma repercussão grande na cidade, nas rodas de conversa, principalmente entre quem lê muito jornal e assiste muita TV e… anda pouco a pé na rua. Aqui o texto do Lira Neto: http://www.liraneto.com/2010/03/bala-que-matou-marcela.html Depois teve a história do Glauco, morto também de um jeito troncho. Gente querida por e próxima de formadores de opinião. Aí haja espaço na mídia. Tem também o fato de uma criança de 11 anos ter se envolvido no primeiro caso. E o Daime no segundo. O povo taca tudo num engodo só e os preconceitos se misturam dum jeito inacreditável.

O painel era composto de 3 movimentos, bem dizer fosse uma ópera. Primeiro uma parte mais lotada de coisa, com vários personagens infantis e personalidades, onde se misturava o Geraldão do Glauco, o Mickey com Che, a prefeita, um pedinte que parece estar derretendo no sol com blusa de MacDonalds, o Chaves, uma velha que parecia o Boris Casoy de mulher (interpretação minha), um smile sempre cínico, um mininim mijando no chão e mais gente/cousa.

será que o cara de bicicleta ouviu falar dum muro antigo na Barra do Ceará falando da Grande Onda?

No segundo movimento, que foi o que eu acompanhei quase todo, um grande tubarão está engolindo Fortaleza. Caramba, ele é imenso e eu lembrei da Veruzza. E o tubarão tem uma língua que parece de fogo e engole tudo, das pipas minúsculas sobre as favelas aos prédios altos vigiados por câmeras e cercados por arame farpado. O tubarão tem um quê de submarino na cabeça (aiai, meu S-14) e no lugar dos olhos tem as marcas da Oi, Tim, Ypióca, Esso, Microsoft, Coelce, e muitas outras. Naquela noite mesmo eu tinha sonhado de novo com a Grande Onda e me peguei impressionada com o tubarão que nascia no muro. O terceiro movimento sai do meio das casinhas-maquetes coloridas do em torno do Dragão, passa pela estátua de Iracema e vira uma duna sob um céu azul… Deve fazer silêncio, ali. Afastado de tudo e muito só, um menino segura uma bandeira branca. Não, não é só isso. A bandeira trás escrito Gentileza gera Gentileza, sendo que ela está pegando fogo, um fogo com fumaça preta, já que ele está debaixo do sol forte, e a primeira Gentileza já não se pode ler. O menino segura a bandeira com os olhos de quem está meio fora da órbita. (Lembrei do termo “meninos-medusa” de outro texto recente sobre o acontecido, aqui: http://adm.noolhar.com/opovo/fortaleza/961941.html)

A impressão que tive é que estava vendo ali ilustrada uma boa parte da grande conversa que tive em partes durante a semana inteira com o Vitor Batista, Tiago Coutinho, Miguel Leocádio e o Valdir Filho. Cada um me ajuda a ver a cousa por um ângulo outro, ventila minha cachola e me deixa em chamas.

como é que apaga esse fogo, refaz a bandeira e o menino?

Enquanto a pintura durou, uma das vias da Duque de Caxias virou um corredor de gente curiosa. Na calçada, debaixo do casamento da raposa, o povo que sujava as mãos de tinta e subia nos cavaletes e registrava. No canteiro entre as duas vias da avenida, quem assistia a feitura do mural ficava em pé ou sentado na sombra das árvores (que, amém, ainda tem ali). No meio da rua um Profeta Gentileza mascarado e com óculos fundo de garrafa, segurando um buquêzinho de flores, ia de encontro às pessoas com um sonoro: Bom Dia! Os carros que paravam no meio em geral tinham vidros fechados ou se fechando, com receio. Outros poucos, não.

é só um buquezim, mas é muito.

O povo olhava. O que leva um grupo de mais ou menos 20 pessoas se juntar em torno dum muro, debaixo do sol, numa manhã de domingo no centro da cidade? Sim, dá pra ver que estão desenhando ali, uns garotos de chapéu de palha, cabelos estranhos e uma menina filmando tudo, outra ali no chão, retocando com pincel uma mocinha cujos cabelos se transformam em onda. Dá pra ver que vai saindo um emaranhado de formas coloridas que a cada dois palmos pode contar uma história. E esse cara de camisolão, de máscara e buquê de flores dando Bom Dia sem pedir nada? E o outro tocando violão e gaita ao mesmo tempo, enquanto tudo, muito feliz?

david da paz e marcelo, música e flores pra desespantar os motoristas

Aí eu fui deixando de me sentir inútil ali, passei a chupar minha pitomba com mais gosto e sentei no chão do canteiro como Valdir. É que notei que, mesmo sem tinta nem spray na mão, era importante estar ali enquanto o mural estava sendo feito. Era importante mostrar pra quem passava que havia mais gente na história, acompanhando com atenção, APRECIANDO. Tornava a coisa importante, digna de parar pra ser vista, curiosa, boa de olhar. Tenho um postal que diz: Proteção é presença. O que eu queria, além de ver a coisa ser feita e ficar conversando do mundo com o Valdir e chupar pitomba, era proteger quem tava ali. Queria ter levado protetor solar. Água. Lanche feito em casa. Não queria que o povo que passava nos carros fizesse nada de ruim com eles. Não quero que nada de ruim aconteçam a eles. Não só porque alguns são meus amigos, mas porque eles trabalham pra cousa ser melhor, simples assim. Eles contrabalanceiam a feiúra do mundo com atitudes de corpo todo, de dia inteiro.

Alguém grafita com estêncil uma fila de silhuetas de uma criança atropelada pelos pneus dum carro na faixa de pedestres meio apagada e escreve embaixo, NOS RESPEITE. A tinta spray branca no asfalto preto acabou de secar e o sinal fecha de novo e sobre as silhuetas das crianças volta e meia pára um carro, o motorista olhando pro mural, pro povo. De dentro do carro não dá pra ver o que tem pintado na faixa de pedestres, ainda mais se o motorista ta acostumado a parar sobre ela. De dentro do carro com vidro fechado nem dava pra ouvir a música bacana que saía da gaita e do violão do Marcelo. E de dentro do carro com vidro fumê é que o embaço é maior, nem a música, nem as cores, tão bonitas, podiam ser apreciadas.

isso devia estar em outdoors também.

isso devia estar nos outdoors também.

Alguns motoristas sorriem, um acenou um legal de dentro do ônibus, outro já pede desculpas porque não tem trocado (e a gente ri), uma família pára com uma menininha que quer ver de perto os desenhos, uma senhora comenta que é isso aí, esses-meninos-ao-invés-de-estarem-sem-fazer-nada-estão-fazendo-uma-coisa-bonita. Devia ter toda semana, ela fala. Eu acho que devia ter todo dia. Em todos os muros, já que essa cidade sofre dessa abundância. Lembrei do nosso amigo Banksy, o inglês que me dá vontade de chorar e é chegado nuns ratins gaiatos (um primo desses ratins foi parar num dos bancos do Bosque da UFC. Rindo). Ele diz:

“Imagine uma cidade onde o grafite não é ilegal, uma cidade onde todo mundo pudesse desenhar o que quisesse onde quisessem. Onde cada rua fosse inundada de milhões de cores e pequenas frases. Onde estar numa parada de ônibus nunca fosse um tédio.Uma cidade que parecesse uma festa pra qual todo mundo foi convidado, não apenas os agentes imobiliários e barões dos grandes negócios. Imagine uma cidade como essa e não se encoste no muro – está molhado.”

O sinal fecha de novo e uma kombi branca (ou algo assim, não sou boa em saber tipo de carro) pára na sombra, a meio metro da platéia do canteiro. O cara olha pro mural e pro povo e pra nós:

– Pra grafitar nesse carro aqui, falo com quem?

– È nóis.

– Me dê aí o celular.

O menino dá, mal de desencosta da árvore. O motorista pergunta o nome, o menino diz. Ele anota no celular e pergunta algo em voz baixa.

– Como?

– Posso botar “grafiteiro”?

A gente ri e ele diz que claro.

Enquanto tudo eu pensava na música do Cidadão Instigado, O Nada, que diz: “Abram as portas das suas casas/Deixem os ladrões entrarem…”. Lembrei do Yuri Leonardo tuitando sobre derrubar todos os muros das casas como solução, da Roberta Felix falando que não se pode ter medo de andar na rua, senão elas ficam desertas e aí sim perigosas, e da AnnaK. dizendo, tão bonita: É PRECISO NÃO SE ASSUSTAR. Eu concordo. É filtrar as cousas ruins, transformar em outro sentimento. O Medo Paralisa, dizia meu ex-técnico de computador (eu devia ter pago por ter ouvido essa frase, não pelo conserto). Luto é uma coisa, medo é outra. Temos a necessidade do luto, mas não a do medo. Medo de andar na rua, medo de desconhecidos. Não ajuda.

Um rapaz bem alto pergunta o que estou comendo.

– Pitomba. Quer?

Dou uma, ele prova, gosta.

– Humm, nunca comi isso, parece lichia.

– E de onde você é?

– Minas. Vim pro reveillon. Acabei ficando…

– Ah, foi? Pois seja bem-vindo à Cidade Solar.

– É, eu me senti bem-vindo. Me senti muito acolhido aqui.

Uma hora um senhor de muletas atravessa na faixa de pedestre e leva uma buzinada dum motorista num carro meio caro e o menino ao nosso lado taca o grito pro motorista: “A CULPA É SUA!” Na maior parte do tempo quem faz o mural fica em silêncio, concentrado. Como se escrevessem um livro. Mas há tensão e tesão no ar, ninguém está sozinho, estão produzindo juntos e a céu aberto, Tatuando A Cidade. Existe uma alegria que corre de outro jeito. No meio do silêncio, terminando um traço, alguém meio grita, meio cantarola:

– A cidade é minha, faço o que eu quiser!

O curioso é que da gente com quem conversei sobre os crimes recentes e os artigos de jornal que resultaram no painel, muitos só ficaram sabendo direito depois do convite do Rodrigo do Tembiú. Eles estavam ocupados lá na frente da batalha, não se interessam muito pelas notícias sobre as baixas. Não tem tempo pra isso. Nem espaço. Eles vivem pertinho do “inimigo”, que também pode se chamar “O Problema”. Andam de ônibus ou bicicleta, andam de madrugada nas ruas, já correram da polícia, hoje dão aula em bairros pobres para gente que faz muita gente mudar de calçada.

Eu e Valdir ficamos até 1:30, o mural estava quase pronto quando fomos embora. Então a minha função ali foi ver e voltar aqui pra contar a história. E dizer que quando tiver de novo eu quero ir. E convidar você pra aparecer, também. Água, música, protetor solar, pitombas. Mais alguém. Proteção é presença e as primeiras revoluções são muito silenciosas.

eu e o david da paz: vai uma pitomba ae?

eu e david da paz: vai uma pitomba ae?

ps: Não vou listar o nome de quem tava lá porque isso não é o mais importante, é fácil de descobrir e quem tá no meio sabe quem são.

pps:Demorei pra terminar esse texto e ainda falta tanto. Mas ele vai assim. Claro que é um ponto de vista, uma narrativa tendenciosa. Uso “eles” pra falar dos meninos do outro lado da rua, mas na verdade é “nós”.

ppps: Para saber mais: http://www.flickr.com/photos/tembiu/ Fotos pelo Rodrigo.

Mil fotos do Alex, em detalhes:

http://picasaweb.google.com.br/deolhonacena/GentilezaGeraGentileza#

A cobertura fraquinha – mas válida – da grande imprensa:

http://tvverdesmares.com.br/bomdiaceara/grafite-contra-a-violencia/

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=751704

Nosso Own Private Idaho

fevereiro 16, 2010

Até hoje me pergunto: como foi que Gus Van Sant fez aquela casa cair do céu e se espatifar na estrada? Quando eu vi esse filme eu nem sonhava que ia encontrar meninos parecidos com eles. O menino que nem parece, mas é tão frágil. (E era). Ele apaga na rua, entre estranhos, sem tomar nadinha. Estava procurando a mãe, enquanto ganhava pra se dar a gente muito esquisita. Gostava de ir na garupa do outro, do que era muito rico e tão perdido quanto o primeiro. As amizades que se confundem, as linhas invisíveis. Aqui,um dicionário é pouco.

Em português ficou Garotos de Programa. Porque eles empobrescem tanto os títulos, Senhor?

carnaval

fevereiro 14, 2010

Não é fácil, mas é possível. E frequente. Carnaval, Natal, Reveillon, sábado e domingo, é tudo a mesmo coisa. Não são datas que me fazem viajar. Eu estou aqui e aqui permaneço. Tem tanta coisa pra fazer em casa. Eu tenho que escrever MUITO. Há tempos meu trabalho ignora horário comercial e dias úteis. Há anos, muitos anos. É outro calendário. Esse carnaval é, em parte, como muitos outros carnavais e feriados: em casa, colocando os papéis em ordem e escrevendo linhas e linhas. A grande diferença é o tanto de amigo/casa que virou convite e minha necessidade – crescente – de aqui estar.

Aí fico pensando em cousas tronchas enquanto escrevo:

1. o tanto de gente on line e off line, cada um com suas cousas cousadas.

2. que já já arribarei de novo.

3. que o carnaval faz tanta zoada, mas, na maior parte do tempo, faz um silêncio incrível aqui, nessa parte da cidade solar.

4. as pessoas se convidam mais que se visitam, nessa altura dos aniversários.

5. pavão misterioso realmente me faz chorar.

6. new order também.

7. google me mete medo enquanto facilita minha vida.

8. preciso de mapas.

9. toda carta é mapa. por natureza.